Rifampicina
Rifampicina — 300mg
Espécies: Cães e Gatos
- Apresentação
- cápsula
- Concentração
- 300mg
- Fabricante
- Genérico
- Categoria
- Antibiótico
Descrição
Antibiótico bactericida predominantemente contra Gram-positivos e Mycoplasma. Lepra felina
Classe terapêutica: Antibacteriano
Mecanismo de ação: A rifampicina é um antibiótico semissintético derivado da rifamicina B. As rifamicinas atuam através da inibição da síntese de RNA bacteriano. Ao penetrar na célula bacteriana elas se ligam àas RNA-polimerases de maneira estável, inibindo a síntese proteica do microrganismo. Por serem lipossolúveis, atravessam facilmente a barreira celular, agindo principalmente nos leucócitos apresentando boa ação contra organismos intracelulares. A rifampicina penetra com facilidade pela parede celular das bactérias Gram-positivas, apresentando ótima atividade contra esses agentes, já contra bactérias Gram-negativas não apresenta tanta atividade. A rifampicina administrada pela via oral é rapidamente absorvida no trato gastrintestinal dos animais domésticos. Grande parte se liga ás proteínas plasmáticas e é metabolizada no fígado, onde é transformada em metabólito ativo. A excreção ocorre pela via biliar, e ao sofrer ciclo êntero-hepático é filtrada pelos rins, provocando a coloração da urina. Cães apresentam meia-vida de aproximadamente 8 horas.
Posologia
| Espécie | Dose | Via | Frequência |
|---|---|---|---|
| Cães, Gatos | 10 - 20 mg / kg | Oral | Conforme prescrição do médico-veterinário |
Indicações
- Antibiótico bactericida predominantemente contra Gram-positivos e Mycoplasma. Lepra felina
Contraindicações
- Usar com cautela em hepatopatas. Não usar em pacientes com hipersensibilidade a algum componente da apresentação
Efeitos colaterais
- Pigmentação da urina, lágrima, suor e saliva, anorexia, vômito, diarréia, erupções cutâneas. Pode causar também pancreatite.
- Doses de 10 mg/kg ou mais, podem causar hepatotoxicidade em cães (PAPICH, 2012).
Conservação: Receita: Controle Especial - Humano