Onsior™
Robenacoxibe — 10mg
Espécies: Cães
- Apresentação
- cartuchos com blisters
- Concentração
- 10mg
- Fabricante
- Elanco
- Categoria
- Anti-inflamatório
Descrição
Onsior é indicado para o tratamento e alívio da dor e inflamação associadas à osteoartrite e associadas às cirurgias de tecidos moles em cães.
Classe terapêutica: Anti-inflamatório Não Esteroidal (AINE)
Mecanismo de ação: Robenacoxibe é um anti-inflamatório não esteroidal, que inibe seletivamente a enzima cicloxigenase 2 (COX-2), a qual é responsável pela dor, inflamação ou febre. A enzima cicloxigenase 1 (COX-1), que é responsável pelas funções de proteção do trato digestivo e rins, não é inibida pelo Robenacoxibe.
Posologia
| Espécie | Dose | Via | Frequência |
|---|---|---|---|
| Cães | 1 - 2 mg / kg | Oral | - Não administrar com alimentos, uma vez que a eficácia de robenacoxibe foi melhor demonstrada sem alimentos ou pelo menos 30 minutos antes ou após a refeição. |
Indicações
- Onsior é indicado para o tratamento e alívio da dor e inflamação associadas à osteoartrite e associadas às cirurgias de tecidos moles em cães.
Contraindicações
- A segurança do robenacoxibe não foi estabelecida em cães pesando menos que 2,5 kg ou abaixo de 3 meses de idade. Não administrar em animais que sofram de úlceras gastrointestinais ou com doenças hepáticas. Não administrar concomitantemente com outras drogas anti-inflamatórias não esteroidais (AINEs) ou com corticosteroides, medicamentos normalmente utilizados no tratamento da dor, inflamação e alergias. Não administrar em casos de hipersensibilidade à substância ativa ou a qualquer dos excipientes. Não administrar em animais prenhes ou lactantes, uma vez que a segurança de uso de robenacoxibe não foi testada nestas condições. PRECAUÇÕES: Cuidados especiais devem ser tomados quando administrar o produto a cães com funções cardíaca ou renal comprometidas ou desidratados, hipovolêmicos ou hipotensos. Se o uso não puder ser evitado, estes animais devem receber fluidoterapia e monitoramento constante. O produto deve ser utilizado sob monitoramento veterinário estrito em casos de risco de ulceração gastrintestinal, ou se o animal apresentou previamente intolerância a outros anti-inflamatórios não esteroidais (AINEs).
- Antes da administração de qualquer AINE, é aconselhável a realização de exame físico e testes laboratoriais para se estabelecer os parâmetros pré-tratamento. Para tratamentos prolongados, enzimas hepáticas devem ser monitoradas no início do tratamento, ex.: após 2, 4 e 8 semanas. É recomendado seguir com monitoramento regular, ex.: a cada 3 - 6 meses. O tratamento deve ser descontinuado se a atividade das enzimas hepáticas aumentarem consideravelmente ou o cão apresentar sinais clínicos como anorexia, apatia ou vômito em combinação com enzimas hepáticas elevadas.
Efeitos colaterais
- Reações adversas relacionadas ao trato digestivo são comumente reportadas, mas na maioria dos casos foram leves e os animais se recuperaram sem a necessidade de tratamento. Vômitos e alterações nas fezes são ocorrências muito comuns, diminuição do apetite e diarréia são comuns, e ocorrência de sangue nas fezes é incomum.
- Em cães tratados por até duas semanas não foi observado aumento nas atividades de enzimas hepáticas. Entretanto, com tratamentos prolongados é comum encontrar aumento na atividade das enzimas hepáticas. Na maioria dos casos as atividades de enzimas hepáticas estabilizam ou diminuem com a continuação do tratamento. Aumento na atividade das enzimas hepáticas associado com anorexia, apatia ou ocorrência de vômitos é pouco frequente.
- Em casos muito raros, a letargia pode ser observada.
- O tratamento deve ser descontinuado se a atividade das enzimas hepáticas aumentarem consideravelmente ou o cão apresentar sinais clínicos como anorexia, apatia ou vômito em combinação com enzimas hepáticas elevadas.
Registro: 42/2017