Miconazol

Miconazol — Não informado

Espécies: Cães e Gatos

Apresentação
manipulação
Concentração
Não informado
Fabricante
Genérico
Categoria
Antibiótico

Descrição

É indicado na dermatofitose, malasseziose, candidíase mucocutânea, genital ou auricular (VIEIRA & PINHEIRO, 2004)

Classe terapêutica: Antifúngico

Mecanismo de ação: O miconazol é um antifúngico da classe dos imidazóis que também pode ser utilizado para o tratamento de medicamentos fúngicos em animais. A sua farmacodinâmica está relacionada com a sua atividade contra fungos, especificamente por inibir a síntese do ergosterol, que é um componente importante da membrana celular dos fungos. O ergosterol é essencial para a integridade e função da membrana fúngica, e seguido da sua síntese pelo miconazol leva a danos na parede celular dos fungos e à sua morte. O miconazol atua principalmente contra fungos do gênero Candida, Malassezia e algumas espécies de dermatófitos, sendo eficaz no tratamento de dispensação fúngicas de leveduras, otites e outras condições causadas por esses agentes em animais de companhia, como cães e gatos. Absorção: O miconazol pode ser administrado de várias formas em animais, como pomadas, loções, sprays ou comprimidos orais. A absorção do miconazol após a aplicação tópica pode variar dependendo da formulação e da espessura da pele do animal. Já a absorção após administração oral ocorre no trato gastrointestinal. Distribuição: Após ser absorvido, o miconazol é distribuído no organismo, podendo atingir diversos tecidos e órgãos. A distribuição pode ser influenciada por fatores como o fluxo sanguíneo regional, a ligação a proteínas plasmáticas e a capacidade de penetração em diferentes tecidos. Metabolismo: O miconazol é metabolizado principalmente no fígado por enzimas hepáticas. Os metabólitos resultantes podem ter ati

Posologia

EspécieDoseViaFrequência
Cães, GatosConforme orientaçãoTópicaConforme prescrição do médico-veterinário

Indicações

  • É indicado na dermatofitose, malasseziose, candidíase mucocutânea, genital ou auricular (VIEIRA & PINHEIRO, 2004)

Contraindicações

  • Evite contato com os olhos do paciente, impeça lambedura / ingestão do produto. Produtos que contenham álcool em sua formulação podem ser irritantes. É contraindicado caso exista hipersensibilidade a algum componente da formulação.

Efeitos colaterais

  • É raro ocorrer reação na aplicação tópica, mas pode há relatos de prurido, queimação e irritação local.
  • Monitoramento
  • Deve ser monitorada a eficácia do tratamento, caso não haja melhora do paciente, nova terapia deve ser estabelecida.

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