Levetiracetam
Levetiracetam — 250mg
Espécies: Cães
- Apresentação
- comprimido
- Concentração
- 250mg
- Fabricante
- Genérico
- Categoria
- Medicamento
Descrição
Usado no tratamento de convulsões, principalmetne em pacientes refratários a outras medicações convencionais.
Classe terapêutica: Anticonvulsivante
Mecanismo de ação: O mecanismo exato de ação do levetiracetam para a atividade anticonvulsivante ainda não está totalmente compreendido. No entanto, sabe-se que o levetiracetam é capaz de prevenir seletivamente a hipersincronização das descargas epileptiformes e a propagação da atividade convulsiva, sem afetar a excitabilidade neuronal normal. Uma das principais teorias é que o levetiracetam atua por meio da ligação a uma proteína chamada proteína vesicular SV2A (proteína sinaptotagmina), que está envolvida na regulação da liberação de neurotransmissores nas sinapses. Acredita-se que essa interação com a SV2A possa modular a liberação de neurotransmissores, principalmente o neurotransmissor glutamato, reduzindo assim a hiperexcitabilidade neuronal associada a convulsões. Outra hipótese sugere que o levetiracetam pode afetar as propriedades das sinapses e a atividade dos canais iônicos, como os canais de cálcio do tipo N (CaV2.1) nas terminações pré-sinápticas. Essa ação pode inibir a liberação excessiva de neurotransmissores excitatórios, como o glutamato, contribuindo para a atividade anticonvulsivante do medicamento. No caso de cães e gatos, o levetiracetam é bem absorvido após administração oral, com picos de concentração ocorrendo cerca de 2 horas após a administração. Em cães, a meia-vida de eliminação do levetiracetam é de aproximadamente 2-5 horas, e o volume de distribuição é cerca de 0,9 L/kg. Em gatos, a meia-vida do levetiracetam é em torno de 3 horas, embora possa haver variação sig
Posologia
| Espécie | Dose | Via | Frequência |
|---|---|---|---|
| Cães | 20 mg / kg | IV (emergências), Oral | Conforme prescrição do médico-veterinário |
Indicações
- Usado no tratamento de convulsões, principalmetne em pacientes refratários a outras medicações convencionais.
Contraindicações
- Não deve ser administrado em animais com hipersensibilidade ao princípio ativo e nefropatas.
Efeitos colaterais
- Em humanos há relatos de letargia, fraqueza e vertigem.
Conservação: Receita: Controle Especial - Humano