Fosfato dissódico de citidina; Trifosfato trissódico de uridina; Acetato de hidroxocobalamina

Fosfato Dissódico de Citidina — 2,5mg

Espécies: Cães

Apresentação
cápsula
Concentração
2,5mg
Fabricante
Genérico
Categoria
Medicamento

Descrição

Utilizado na Medicina Veterinária empiricamente no tratamento da Cinomose (FREITAS, 2017). Em humanos possui as seguintes indicações: distúrbios traumato-compressivos neurais periféricos, por exemplo, compressão extrínseca (fraturas, síndromes vertebrais), lesões por estiramento neural (entorses), lesões por laceração (seccionamento por fragmento ósseo, lesão por objeto perfurocortante), procedimentos cirúrgicos neurais ou em estruturas contíguas; lombociatalgias e cervicobraquialgias; neuropatia diabética.

Classe terapêutica: Neurológico

Mecanismo de ação: Os ribonucleotídeos pirimidínicos desempenham um papel importante no organismo, integrando-se às vias metabólicas envolvidas na síntese da bainha de mielina e da membrana celular neuronal. Eles atuam como moléculas de transferência, precursores do RNA neuronal e agonistas de receptores P2Y neuronais. Essa ação é especialmente relevante durante processos de síntese bioquímica intensificada, como a regeneração tecidual. Após a desintegração mecânica do binômio axônio-glial, ocorre um processo degenerativo-regenerativo no qual as vias anabólicas relacionadas à formação da mielina e do axolema são aceleradas. Além disso, a taxa de transcrição e tradução genômicas também aumenta. Nesse contexto, os ribonucleotídeos pirimidínicos desempenham um papel fundamental. Durante esses processos regenerativos, a demanda por nucleotídeos, juntamente com outros metabólitos importantes, aumenta em relação aos níveis basais. Os ribonucleotídeos são necessários em maior quantidade para sustentar as vias metabólicas aceleradas e as necessidades de síntese de componentes celulares. Em resumo, os ribonucleotídeos pirimidínicos desempenham múltiplas funções no organismo, sendo essenciais para os processos de regeneração neuronal e formação da mielina. Sua utilização aumentada é necessária para suprir as demandas metabólicas intensificadas durante esses processos. Considerações laboratoriais Em humanos podem ocorrer interferência nas dosagens sanguínea e urinária de alguns exames laboratoriais: VHS,

Indicações

  • Utilizado na Medicina Veterinária empiricamente no tratamento da Cinomose (FREITAS, 2017). Em humanos possui as seguintes indicações: distúrbios traumato-compressivos neurais periféricos, por exemplo, compressão extrínseca (fraturas, síndromes vertebrais), lesões por estiramento neural (entorses), lesões por laceração (seccionamento por fragmento ósseo, lesão por objeto perfurocortante), procedimentos cirúrgicos neurais ou em estruturas contíguas; lombociatalgias e cervicobraquialgias; neuropatia diabética.

Contraindicações

  • Extrapolando a literatura médica humana, essa medicação possui as seguintes contraindicações: fase aguda de AVE isquêmico: sob condições de anóxia cerebral experimental aguda, a CMP pode, através da reversão da via de síntese da fosfatidilcolina de membrana celular neuronal, promover a degradação deste lipídeo em 1,2-diacilglicerol e ácidos graxos livres, agravando a decomposição tissular aguda, própria deste distúrbio; este fenômeno não se estenderia à fase crônica do AVE isquêmico; distúrbios proliferativos: células proliferativas apresentam uma taxa anabólica acelerada, o que gera um grau de demanda elevado por todos os elementos metabólicos celulares, inclusive nucleotídeos.

Efeitos colaterais

  • Em humanos são descritos náuseas, constipação, vômitos e dor de cabeça.

Conservação: Receita: Receita Simples

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