Ergotamina
Ergotamina — 1mg
Espécies: Cães
- Apresentação
- comprimido
- Concentração
- 1mg
- Fabricante
- Genérico
- Categoria
- Analgésico
Descrição
Alcalóide do ergot ocitócico.
Classe terapêutica: Analgésico
Mecanismo de ação: Vasoconstrição: A ergotamina exerce seus efeitos principalmente por atuar como um agonista dos receptores de serotonina e alfa-adrenérgicos, resultando em vasoconstrição das artérias cranianas. Isso é benéfico no tratamento de enxaquecas em humanos, pois ajuda a reduzir a dilatação dos vasos sanguíneos que ocorre durante uma crise de enxaqueca. A ergotamina também é usada em animais, mas deve ser usada com cautela, pois pode causar efeitos colaterais graves, incluindo morte. Absorção: A ergotamina é bem absorvida após a administração oral, mas sua biodisponibilidade pode ser variável devido ao seu metabolismo de primeira passagem pelo fígado. Distribuição: A ergotamina é distribuída pelos tecidos do corpo, incluindo o sistema nervoso central. Metabolismo: A ergotamina é metabolizada no fígado por enzimas do citocromo P450. Eliminação: Os metabólitos da ergotamina são excretados principalmente pela bile e pelas fezes.
Posologia
| Espécie | Dose | Via | Frequência |
|---|---|---|---|
| Cães | 0,2 - 0,5 mg / animal | IM, Oral, SC | Conforme prescrição do médico-veterinário |
Indicações
- Alcalóide do ergot ocitócico.
- O uso da ergotamina em medicina veterinária não é comum, e suas indicações específicas em animais podem ser limitadas
Contraindicações
- Não usar em portadores de doenças isquêmicas, eclâmpsia e hipertensão.
- Usar com cautela em portadores de alterações cardíacas, septicemia e insuficiência hepática ou renal.
- A ergotamina é conhecida por ter um potencial tóxico significativo, especialmente em altas doses. Seus efeitos vasoconstritores podem levar a problemas circulatórios e outros efeitos colaterais indesejados.
Efeitos colaterais
- Hipertensão, anafilaxia, prurido, náusea, vômito, cólicas, diarreia, ataxia e dispnéia.
Conservação: Receita: Controle Especial - Humano