Bromidrato de Fenoterol

Bromidrato de Fenoterol — Não informado

Espécies: Cães

Apresentação
frasco
Concentração
Não informado
Fabricante
Genérico
Categoria
Medicamento

Descrição

O fenoterol é comumente usado no tratamento da asma brônquica e de outras condições respiratórias que envolvem o estreitamento das vias aéreas, como a bronquite crônica e a doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC).

Classe terapêutica: Broncodilatador

Mecanismo de ação: Quando o bromidrato de fenoterol é inalado, ele se liga aos receptores beta-2 adrenérgicos nas vias aéreas. Essa ligação ativa os receptores, levando a uma série de eventos intracelulares que resultam no relaxamento dos músculos lisos das vias respiratórias. Isso leva à dilatação dos brônquios e bronquíolos, melhorando o fluxo de ar e facilitando a respiração. Além do relaxamento muscular, o bromidrato de fenoterol também tem a capacidade de reduzir a liberação de mediadores inflamatórios, como a histamina, dos mastócitos presentes nas vias aéreas. Isso ajuda a reduzir a inflamação e o estreitamento das vias respiratórias. Absorção: O bromidrato de fenoterol é administrado principalmente por inalação, o que permite a entrega direta do medicamento aos pulmões. A absorção através das vias respiratórias é rápida e eficiente, resultando em uma concentração elevada do fármaco nos pulmões. Distribuição: Após a absorção, o bromidrato de fenoterol é distribuído para os tecidos alvo, principalmente os músculos brônquicos. A ligação às proteínas plasmáticas é relativamente alta, variando entre 40% e 60%. Metabolismo: O metabolismo do bromidrato de fenoterol ocorre principalmente no fígado, através de reações de conjugação e hidroxilação. O principal metabólito ativo é o fenoterol ácido, que também possui atividade broncodilatadora. Eliminação: A eliminação do bromidrato de fenoterol ocorre principalmente pela via renal. A meia-vida de eliminação varia entre 2 a 3 horas em indivíduos sa

Posologia

EspécieDoseViaFrequência
CãesConforme orientaçãoInalatóriaConforme prescrição do médico-veterinário

Indicações

  • O fenoterol é comumente usado no tratamento da asma brônquica e de outras condições respiratórias que envolvem o estreitamento das vias aéreas, como a bronquite crônica e a doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC).

Contraindicações

  • Contraindicado para pacientes portadores de cardiomiopatia obstrutiva hipertrófica, taquiarritmia, hipersensibilidade ao bromidrato de fenoterol e/ou a quaisquer outros componentes da fórmula.
  • Em pacientes com diabetes mellitus descompensado, infarto do miocárdio recente, graves alterações vasculares ou cardíacas de origem orgânica, hipertireoidismo e feocromocitoma, deve ser utilizado somente após minuciosa análise de risco/benefício, sobretudo quando as maiores doses recomendadas forem utilizadas.

Efeitos colaterais

  • Tal como acontece com outros medicamentos inalatórios, pode resultar em broncoespasmo paradoxal que pode ser fatal. Se ocorrer broncoespasmo paradoxal, deve ser imediatamente descontinuado e substituído por uma terapia alternativa.
  • Efeitos cardiovasculares podem ser vistos com medicamentos simpaticomiméticos, inclusive BEROTEC. Há alguma evidência de dados pós-comercialização e literatura publicada de raras ocorrências de isquemia do miocárdio associada com beta agonistas. Pacientes com doença cardíaca grave subjacente (por exemplo, doença isquêmica cardíaca, arritmia ou insuficiência cardíaca grave) que estão recebendo BEROTEC devem ser advertidos a procurar assistência médica se surgirem dor torácica ou outros sintomas de agravamento de doença cardíaca. Deve ser dada atenção à avaliação de sintomas como dispneia e dor torácica, uma vez que podem ser tanto de origem cardíaca quanto respiratória.
  • O tratamento com beta2-agonistas pode provocar hipocalemia potencialmente grave. Recomenda-se precaução em asma grave, pois a hipocalemia pode ser potencializada pela administração concomitante de derivados da xantina (como teofilina), glicocorticosteroides (como hidrocortisona) e diuréticos (como furosemida). Além disso, a hipóxia pode agravar os efeitos da hipocalemia sobre o ritmo cardíaco. Hipocalemia pode resultar em um aumento da susceptibilidade a arritmias em pacientes recebendo digoxina. Nestas situações, aconselha-se monitorar os níveis séricos de potássio.
  • O paciente deve ser orientado a consultar um médico imediatamente em caso de dispneia aguda ou de piora rápida da dispneia.
  • Se a obstrução brônquica piorar, é pouco apropriado e eventualmente perigoso simplesmente aumentar o uso de beta2-agonistas como o BEROTEC além da dose recomendada e por períodos de tempo prolongados. O uso regular de quantidades aumentadas de BEROTEC para controlar sintomas de obstrução brônquica pode significar um controle inadequado da doença. Nesta situação, o esquema terapêutico do paciente e, em particular, a adequação do tratamento anti-inflamatório, deverão ser reavaliados, a fim de prevenir uma potencial ameaça à vida pela deterioração do controle da doença.

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