Betaglucano
Betaglucano — 5%
Espécies: Cães e Gatos
- Apresentação
- OPÇÕES VETERINÁRIAS COM Betaglucano Betaglucana LigVet Princípio(s) Ativo(s): Betaglucano Empresa: LigVet Farmácia de Manipulação Imunees Ourofino Snacks Princípio(s) Ativo(s): Zinco; MOS; Betaglucano; Lactobacillus acidophilus; Enterococcus faecium; Saccharomyces cerevisiae; Vitamina A; Vitamina E; Vitamina D3; Vitamina C; Glutamina; Lisina; Cisteína; Triptofano; Treonina; Metionina Empresa: Ouro
- Concentração
- 5%
- Fabricante
- Genérico
- Categoria
- Suplemento
Descrição
Estimulação imunológica: O betaglucano pode ser utilizado para estimular o sistema imunológico de animais, promovendo a resposta imune e auxiliando na proteção contra infecções e doenças. Pode ser usado como adjuvante em terapias para melhorar a resposta imunológica.
Classe terapêutica: Suplemento
Mecanismo de ação: Ativação de células imunes: O betaglucano pode ativar células imunes, como macrófagos, neutrófilos e células natural killer (NK), melhorando a resposta imunológica do animal. Produção de citocinas: O betaglucano estimula a produção de citocinas, tais como interleucinas e interferons, que são moléculas-chave para a comunicação entre as células do sistema imunológico. Aumento da fagocitose: O betaglucano pode aumentar a atividade fagocítica das células imunes, melhorando a capacidade do organismo de eliminar microrganismos invasores. Absorção: A absorção do betaglucano pode depender da forma de administração. Quando administrado por via oral, o betaglucano pode ter uma absorção limitada no trato gastrointestinal, devido à sua natureza polissacarídica. No entanto, a absorção pode ser melhorada se o betaglucano for modificado ou formulado de forma específica. Distribuição: Após a absorção, o betaglucano pode se distribuir para várias partes do organismo. A distribuição pode depender da via de administração e da afinidade do betaglucano com os tecidos do corpo. Alguns estudos indicam que o betaglucano pode se acumular preferencialmente nos tecidos imunológicos, como o baço, os linfonodos e a medula óssea. Metabolismo: O betaglucano é geralmente considerado não metabolizável, o que significa que não sofre metabolismo significativo no organismo. No entanto, pequenas alterações químicas podem ocorrer durante a digestão ou processamento do betaglucano no trato gastrointestinal. Elimin
Posologia
| Espécie | Dose | Via | Frequência |
|---|---|---|---|
| Cães, Gatos | 0,5 mg / kg | Oral | Conforme prescrição do médico-veterinário |
Indicações
- Estimulação imunológica: O betaglucano pode ser utilizado para estimular o sistema imunológico de animais, promovendo a resposta imune e auxiliando na proteção contra infecções e doenças. Pode ser usado como adjuvante em terapias para melhorar a resposta imunológica.
- Os betaglucanos possuem a habilidade de auxiliar na redução das concentrações de colesterol e da glicemia após as refeições (MÄLKKI, 2001). Por esse motivos, alguns estudos indicam que os betaglucanos aumentam a sensibilidade à insulina e a tolerância à glicose (YOKOYAMA et al., 1997), além de desempenhar um papel importante na prevenção de doenças cardiovasculares e de diabetes mellitus em humanos (YOKOYAMA et al., 1997; DE PAULA et al., 2005; NILSSON et al., 2006). Em cães, os betaglucanos têm sido estudados para auxiliar na disbiose do sistema gastrointestinal (DUARTE, 2020), diabetes mellitus (TEIXEIRA E BRUNETTO, 2017), obesidade (FERREIRA, 2016), micoses, sarna, queda de pelo, dermatites superficiais, prurido (ALONSO, 2018), leptospirose (MORAES, 2019) e ainda seu tem sido investigado como pré-biótico (AQUINO, 2013), suplemento alimentar e imunomodulador (GERARDI, 2017).
Contraindicações
- Em casos de animais com sensibilidade ou alergia conhecida ao betaglucano ou a outros componentes presentes no produto, a sua utilização deve ser evitada.
Efeitos colaterais
- Como efeito indesejável foi relatado fezes menos consistentes (GERARDI, 2017) e reação inflamatória, quando utilizado em concentrações mais altas (AQUINO, 2013).
- Em cães, como suplemento alimentar e imunomodulador, podem ser observadas fezes menos consistentes (GERARDI, 2017).
- Em gatos, como prebiotico, pode ser observada uma reação inflamatória em concentrações mais altas (AQUINO, 2013).