Acepromazina

Acepromazina — 0,2%

Espécies: Cães e Gatos

Apresentação
gotas
Concentração
0,2%
Fabricante
Genérico
Categoria
Anestésico

Descrição

2-acetil-10-(3-dimetilaminopropil) fenotiazina. É o derivado fenotiazínico mais potente e produz sedação em doses relativamente baixas. Pode ser administradada isolada, como sedativo, para procedimentos diagnósticos não dolorosos ou em associação com opioides para diagnósticos e procedimentos cirúrgicos dolorosos menores. Pode ser usada também isolada ou em associação com opióides como medicação pré-anestésica.  Para acalmar animais excitados ou agressivos e para facilitar o manejo em intervenções. Indicado para transporte de animais, pois promove tranquilização, sonolência e atividade antiemética.

Classe terapêutica: Sedativo

Mecanismo de ação: A acepromazina é um agente neuroléptico fenotiazínico que bloqueia os receptores de dopamina pós-sinápticos no SNC e também podem inibir a liberação e aumentar a taxa de renovação da dopamina. Eles são pensados para deprimir porções do sistema de ativação reticular que auxilia no controle da temperatura do corpo, taxa metabólica basal, êmese, tônus vasomotor, equilíbrio hormonal e estado de alerta. Além disso, as fenotiazinas têm vários graus de bloqueio anticolinérgico, anti-histamínico, anti-espasmódico e efeitos alfa-adrenérgico. O principal efeito desejado para o uso de acepromazina na Medicina Veterinária é sua ação tranquilizante. Ações farmacológicas adicionais que a acepromazina possui, inclui antiemético, antiespasmódico e hipotérmico. Alguns pesquisadores relataram que a acepromazina tem ação anticonvulsivante, mas em medicina veterinária acredita-se que as fenotiazinas não devem ser usadas em animais epilépticos ou susceptíveis a convulsões, pois pode precipitar convulsões. Acepromazina pode diminuir as taxas respiratórias, mas estudos têm demonstrado que pouco ou nenhum efeito ocorre em relação ao quadro gasométrico, pH ou saturação de oxi-hemoglobina. Uma diminuição dependente da dose no hematócrito é observada dentro de 30 minutos após a administração em cavalos e cães. Além de diminuir a pressão arterial em cães, a acepromazina causa aumentos na pressão venosa central, um efeito bradicárdico induzido vagamente e parada sinoatrial transitória. A bradicardia pode

Posologia

EspécieDoseViaFrequência
Cães0,02 - 0,05 mg / kgIM, IV, Oral, SCConforme prescrição do médico-veterinário

Indicações

  • 2-acetil-10-(3-dimetilaminopropil) fenotiazina. É o derivado fenotiazínico mais potente e produz sedação em doses relativamente baixas. Pode ser administradada isolada, como sedativo, para procedimentos diagnósticos não dolorosos ou em associação com opioides para diagnósticos e procedimentos cirúrgicos dolorosos menores. Pode ser usada também isolada ou em associação com opióides como medicação pré-anestésica. Para acalmar animais excitados ou agressivos e para facilitar o manejo em intervenções. Indicado para transporte de animais, pois promove tranquilização, sonolência e atividade antiemética.

Contraindicações

  • A acepromazina potencializa a toxicidade de organofosforados, portanto não utilizar para controlar tremores associados a envenenamento por fosforados e em conjunto com ectoparasiticidas organofosforados; Por diminuir o limiar convulsivo, não deve ser administrada em animais epiléticos e nem usada para o controle de convulsões; A administração de adrenalina é contraindicada quando se faz uso da acepromazina, uma vez que os receptores alfa-adrenérgicos estão bloqueados; Quando se empregam anestésicos epidurais, a acepromazina é contraindicada, pois potencializa a atividade hipotensora dos anestésicos locais; A acepromazina é detoxificada no fígado, portanto deve ser empregada com cautela em animais com disfunção hepática ou leucopenia; Hipotensão pode ocorrer após rápida injeção intravenosa, causando colapso cardiovascular. Animais braquicefálicos (em especial cães da raça boxer) podem apresentar síncope ou choque após administração de fenotiazínicos, devido à elevação do tônus vagal e consequente severa bradicardia. Nestes casos, somente se aconselha o uso de fenotiazínicos nestas raças em baixas dosagens ou associados à atropina. Evitar o uso em animais que possuem mutação do gene MDR1

Efeitos colaterais

  • Os tranquilizantes são depressores potentes do sistema nervoso central e podem causar sedação seguida de supressão do sistema nervoso simpatomimético. Podem produzir efeito prolongado na depressão ou inativação do sistema motor quando fornecido a animais sensíveis. Sonolência, apatia, excitação paradoxal em animais predispostos, diminuição do limiar convulsivo, hipotermia com participação periférica; bradicardia que pode ser mascarada taquicardia reflexa à hipotensão; em felinos pode diminuir a produção de lágrimas.

Interações medicamentosas

  • Cloridrato de Procaína
  • Organofosforados

Conservação: Receita: Controle Especial - Veterinário

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